Mapa, ficha, consultas temáticas e edição — abertos em qualquer computador da organização, sem instalar programa e sem licença por posto de trabalho. Sobre o mesmo acervo geográfico que já existe.
O sistema de escritório roda em alguns computadores, com licença por posto. Quem precisa de uma informação depende de quem tem o programa instalado — e da agenda dessa pessoa.
Quem está na rua sai com papel ou com o endereço na cabeça. A conferência do que está no cadastro só acontece na volta, e o que se viu virou anotação solta.
Trocar o sistema significa converter o acervo inteiro, revalidar tudo e conviver com duas verdades durante meses. O custo raramente é o programa; é a migração.
O SISMO abre o acervo geográfico no navegador: mapa, camadas, ficha do objeto cadastrado, consultas, medições, impressão e edição.
Ele lê e grava no mesmo banco de dados que o sistema de escritório usa. Não é cópia, não é exportação periódica, não é sincronização noturna. O que um grava, o outro enxerga — sem intermediário e sem as duas verdades que toda migração produz.
Isso muda a natureza do projeto. Não é a troca do sistema da organização: é o acesso web ao que já existe, implantado sem parar o que está em produção e sem período de convivência.
O SISMO não sabe o que é um lote, uma faixa de domínio ou uma unidade de conservação — e essa é a característica que o torna aplicável nos três casos. Ele trabalha com camadas e cadastro, e quem define o que cada camada significa é o acervo do contratante.
Cadastro técnico e imobiliário, com a ficha do imóvel ligada à planta.
Acervo territorial e patrimonial distribuído por várias secretarias.
Ativos ao longo da malha, localizados por quilometragem e por posição.
As telas desta página vêm da demonstração municipal, que é a base pública disponível para mostrar. O sistema é o mesmo nos três casos — o que muda são as camadas e os campos, e eles saem do acervo, não do programa.
O SISMO não é um bloco fechado com um conjunto de telas. É um catálogo de funções e de camadas — e catálogo é coisa que cresce.
As camadas não estão escritas no programa: elas saem do próprio acervo. Camada nova criada pelo contratante aparece no sistema, com seus campos, sua cor e suas regras — sem uma linha de código nova.
As funções são registradas uma a uma e concedidas por perfil. Quem administra decide o que cada grupo enxerga, edita e executa. Função nova entra no catálogo e passa a existir na tela de perfis, sem tocar no que já funciona.
Quando o contratante precisa de algo que ainda não existe, o módulo é desenvolvido e acoplado ao que já está no ar — no vocabulário e nas regras daquele acervo.
Módulo novo é acréscimo, não reforma. O que estava funcionando continua funcionando, e a atualização acontece sem derrubar quem está usando o sistema naquele momento.
Cadastro muda: campo novo, camada nova, exigência nova da regulação. O SISMO foi feito para absorver isso como rotina, e não como um projeto à parte a cada vez.
O objeto selecionado acende no mapa e o cadastro aparece ao lado — campos, medidas e o que mais o acervo guardar. A alteração é gravada no próprio banco, com verificação de quem já mexeu no mesmo registro.
É o mesmo gesto para um lote, um trecho de faixa de domínio ou um dispositivo de sinalização. Muda o cadastro, não a operação.
Não é um aplicativo à parte, com metade das funções e um cadastro que depois precisa ser conciliado. É o mesmo sistema, na mesma base, adaptado à tela pequena: mapa em tela cheia, menu recolhido e a ficha em painel inferior, ao alcance do polegar.
Quem está na rua confere o que está cadastrado e corrige na hora. Não há instalação, não há sincronização depois e não há segunda verdade esperando conciliação.
Tudo abaixo está no ar e pode ser visto agora, na demonstração. Não é catálogo de intenções.
Ordem, cor, transparência e rótulos por camada, ajustáveis pelo próprio usuário. Cada um monta a tela do seu trabalho sem atrapalhar os outros.
Um clique abre o cadastro completo. Alterações são gravadas no acervo, com verificação de quem já mexeu no mesmo registro.
Localiza feições por qualquer campo do cadastro — código, endereço, responsável, quilometragem — e leva o mapa até elas.
Colore uma camada pelos valores de um campo. Situação, categoria, faixa de valor: o mapa mostra a distribuição em vez de uma lista.
Áreas de influência em torno de feições, com raio por categoria. Responde a "o que está a 300 m disto" sem trabalho manual.
Distância e área sobre o mapa, em metros e no sistema de coordenadas do próprio acervo.
Satélite, ortofoto própria e mapa de ruas, com ajuste fino de encaixe gravado uma vez para toda a organização.
Criar, alterar, mover, unir e separar feições — desmembramento e remembramento feitos na tela, com permissão por camada.
Criar camada nova, acrescentar, renomear e remover campos do cadastro, direto pelo sistema.
Camadas em Shapefile e KML, para quem precisa levar o dado para outro programa.
Folha de impressão da vista atual, com escala — o mapa que instrui um processo administrativo.
Permissão por camada e por função. O que estiver negado some do menu — e continua bloqueado no servidor, não só na tela.
As câmeras públicas do município viram pontos no mapa, no endereço delas. Um clique abre a transmissão — sem sair do cadastro.
A narração lê o passo enquanto uma moldura circunda, na tela, o botão de que se está falando. Quem nunca abriu o sistema aprende usando.
Um botão na ficha abre o Street View do Google na posição do lote — a fachada, sem ir a campo e sem digitar endereço em outro site.
Quase toda prefeitura já tem videomonitoramento, e quase sempre ele mora num site à parte — um lugar onde se escolhe a câmera por uma lista de nomes que só quem instalou entende. Quem atende no balcão precisa saber onde a câmera está, não como ela se chama.
No SISMO cada câmera pública é um ponto no mapa, posicionado pelo logradouro e pelo número do próprio cadastro. Clicar no ponto abre a transmissão ao vivo ali mesmo, sobre a planta — a mesma tela onde estão o lote, a quadra e o eixo de via.
As imagens são as que a prefeitura já publica ao cidadão. O sistema não guarda vídeo e não grava nada: ele só leva quem consulta até a transmissão que já é pública, pelo caminho mais curto, que é o mapa.
É um nível gráfico como qualquer outro do acervo — aparece na legenda, liga e desliga, e o programa de mesa o enxerga igual. Não é uma janela pregada por fora do sistema.
A lista de câmeras fica num arquivo versionado, com nome, endereço e procedência de cada uma. Quem conferiu o endereço, quando, e de onde saiu a coordenada fica registrado — que é a pergunta que aparece seis meses depois, quando alguém desconfia de um ponto.
A ficha de qualquer lote traz o botão Ver fachada, que abre o Street View do Google exatamente na posição daquele terreno. Serve à pergunta de todo dia no balcão — o que existe construído ali? — sem marcar visita e sem abrir outro site para digitar o endereço.
Ele vai pela coordenada do desenho, e não pelo endereço escrito no cadastro. Parece o caminho mais longo, já que o lote tem logradouro e número gravados, mas o endereço é digitação e a geometria é levantamento.
A diferença é medível. Num lote de Jaú o cadastro registra Paschoal Piragine Neto; o mapa aberto do OpenStreetMap, no mesmo ponto, chama a via de Rua João Cassóli. Fosse por texto, o resultado dependeria de qual dos dois nomes o buscador conhece — e, quando erra, erra em silêncio, caindo no centro da cidade com ar de acerto. Por coordenada não há grafia para errar.
A câmera ainda é girada do eixo da rua para o terreno, para abrir olhando a fachada e não o meio-fio. E é um link, não um mapa embutido: não exige chave nem contrato do Google.
Treinamento de sistema costuma acontecer uma vez, num auditório, para quem estava naquele dia. Seis meses depois entrou gente nova, e o manual em PDF que ninguém abriu continua descrevendo uma tela que já mudou.
O SISMO traz roteiros falados. A voz lê o passo enquanto uma moldura azul circunda, na tela, o botão de que se está falando — e a moldura acompanha o elemento de verdade, medido na hora, e não uma posição escrita no roteiro. Ajuda que aponta para o lugar errado ensina errado com ar de autoridade.
Quem prefere ler desliga a voz e segue pelo cartão de rodapé, no próprio ritmo. Em balcão com gente esperando, essa é a primeira coisa que se desliga — e o roteiro continua inteiro.
O texto falado e o texto escrito saem da mesma fonte. Duas listas separadas dessincronizam na primeira correção de frase, e aí a voz passa a dizer o que a tela já não diz.
O SISMO trabalha no sistema de coordenadas do próprio acervo, em metros — e não numa projeção genérica de mapa de internet, que distorce área conforme a latitude.
A diferença não é acadêmica. Área e extensão entram em cálculo de tributo, em medição de contrato e em processo administrativo: número que não fecha com a planta é problema jurídico, não detalhe técnico.
Cada perfil enxerga as camadas que lhe cabem e executa apenas as funções concedidas. Consulta, edição de cadastro e edição de geometria são permissões separadas.
Esconder o botão sem trancar a porta é disfarce. Toda permissão é conferida de novo no servidor, a cada operação.
Acesso por HTTPS, sessão com prazo e senha protegida por derivação criptográfica. O banco de dados não fica exposto à internet.
A instalação é em contêineres: um pacote fechado que sobe do mesmo jeito em qualquer servidor, sem depender do que já está instalado na máquina. Atualizar é trocar o pacote.
Quando o dado é sensível ou a rede é interna, roda dentro da própria organização. Quando não há infraestrutura, roda em nuvem, com o custo de servidor que já se conhece.
Um recorte de cadastro municipal real, com dados de cadastro fictícios, para percorrer o sistema sem compromisso — mapa, ficha, temáticos, medição e impressão.
Acesso: admin — a senha é fornecida junto com o link.